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Uri Geller já trabalhou na CIA? o.O

7 de abril de 2010

Boa Noite amadas!

Serei breve hoje..antes de mais nada eu quero agradecer de coração a grande quantidade de visittas a este blog, assim como a manifestação de carinho que recebo por e-mail, twitter e comentários. Adoro vocês, e irei respondendo vocês.

Muito obrigado mesmoooooo pela confiança e carinnho.

Estava lendo os comentários de vocês (eu leio todos), e eu vi aqui uma informação sobre o Uri Geller o qual ele trabalhava na CIA, FBI e etc..

Eu fiquei literalmente doida aqui..rsrs

E fui correndo pesquisar sobre isso.

Parece que Uri Geller fez uma biografia, e neste livro ele diz que trabalhou sim nesta área e em outras também.

Leiam o trecho:  “Ele alega que foi contratado como um geólogo “psíquico” para ajudar as empresas a encontrar as reservas de óleo bruto de petróleo (mas as identidades dessas empresas deve permanecer em segredo).  Geller também diz que tem trabalhado tanto com o FBI e com CIA, usando o que ele chama de “mindpower” para “apagar arquivos de computador KGB e rastrear todos os assassinos em série, para participar das negociações de desarmamento nuclear para bombardear e influência delegados com ondas de pensamento positivo para que eles assinará o Tratado de Redução de Armas Nucleares “.

Hãmmm?

E eu achando que Uri Geller só sabia entortar colher..rsrs

Quer dizer que ele trabalhou com: FBI, CIA, procurar serial killer e desarmamento nuclear?

Ohhh GOD!! Uri Geller é que nem bombril : 1.000 utilidades..

E veja aqui uma informação fantástica sobre Uri Geller: ele também afirma que era “amigo” e conheceu Elvis Presley!!

Elvis Presley?

Bom, todos sabem sobre Elvis Presley e Michael Jackson..Michael e Elvis Presley e bláblá

Não tenho como provar se isso é verdade ou não, afinal será a palavra de Uri Geller contra a nossa. Se ele mentiu sobre seus trabalhos antigos, ele não passa de um mentirosos para vender.

Eu penso assim: para chegar aonde ele chegou, se ele fosse mentiroso já teria sido descoberto. Mas como eu disse não tenho como provar que o que ele diz em sua biografia é verdade.

Pois bem..

O que eu quero e estou tentando dizer, é que se ele realmente trabalhou com a polícia e com a CIA..ele tem contatos certo? E sendo “amigo” de Michael (algo que eu não sei c ainda eles são..) ele poderia saber se ele está vivo, ok? Afinal, ele trabalhou no ramo e conhece pessoas, assim como Michael confiaria nele para falar a verdade.

Não estou dizendo que ele sabe das coisas, e que a CIA ou FBI fez fofoca..rsrs

O que eu quero dizer é que ele com certeza tem mais fonte que nós – fato!

Dai entra uma outra questão aqui.

Isso nos lembra a declaração que ele disse que estava revelando algo o qual fazia ele correr risco, quando ele disse que “eles” são contraditórios, que pensou em “FALSO” quando soube da morte de Michael, que Michael queria falar com eles antes de morrer e etc..

Enfim!

O que acham?

Aproveitando o bonde aqui, eu não comentei sobre a demição Alberto Alvarez porque achei  “cômico”

Afinal..

Eu não vejo sentido algum a família demitir uma pessoa que entregou uma coisa errada que Murray fez..rsrs

Alguém acha algum sentindo nisso?

O funcionário AJUDA revelando uma mentira para polícia, que com certeza serviria como prova para incriminar Murray, mas a família demiti ele?

Affffff…

Agora amadas uma coisa é comparar fofocas que Michael sofria como: a declaração dele ser gay, e outra bemmmmmm diferente é dizer que nos baseamos aqui em especulações como Murray não está mentindo,  Michael se matou, La Toya não deu mancadas, Uri Geller é um mercenário, Michael morreu mesmo, a música This is ir é uma mera coincidência e etc..

Por favor..rsrs

Existe uma grandeeeeee diferença entre FOFOCA x Informações juridicas!

Ok?

E obrigado por postarem notícias aqui, eu leio todos!!! Me ajuda muito..rs


Michael is alive! 🙂

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21 comentários

  1. “E eu achando que Uri Geller só sabia entortar colher..rsrs ”
    Eu também achava ! rsrs
    O Uri tá ficando cada vez mais misterioso…
    Que tenso !


  2. Oi Pri,oi pessoal

    Em primeiro lugar,espero que esteja tudo bem com voce e sua família,apesar de toda essa chuva.
    Eu não sei se voces concordam comigo,mas existe uma teoria que defende o fato de MJ não ser viciado em qualquer medicamento.Que essa história foi inventada para dar credibilidade a sua “morte”.Teoria essa na qual eu acredito.
    Foi exibido a algum tempo atrás,no canal por assinatura E!,um documentário de 30 minutos c/Uri Geller com o seguinte título: Meu amigo Michael Jackson.Pois bem,nesse documentário ele descrevia entre outras coisas sobre a sua amizade com Michael,momentos em que ele se deparou com Michael completamente dopado, a ponto de não conseguir ficar em pé.
    Que ele havia dado muitos conselhos a MJ sobre o risco que ele corria com esse tipo de comportamento.Se a tese de que MJ não era viciado ,das duas uma:Ou esse cara está querendo aparecer ou ele está muito dentro do esquema sim.

    Abraços


  3. kkkkkkkkkkkkkkkk
    eu também achava que o Uri só sabia entortar colher… kkkkkkkkkk

    Nooooooossa, Pri!!! Cada dia fico mais chocada com as coisas que surgem!!! Eu leio todos os seus posts, e adoooooooooro demais! 😀
    Parabéns pelo trabalho mara que você vem fazendo!

    Michael is alive!
    beijos, L.O.V.E


  4. Nossa, eu também me lembro algo sobre esse documentário! que dizia que Michael além de beber vinho era viciado em medicamentos, também acredito que isso seja só um boato para dar credibilidade a tal morte, agora vamos cair em cima do Uri Geller, é só esperar pra ver!
    obrigada pelo post pri!


  5. Priiiiiiiiii, eu amei a parte da colher também, hahahahahahaha! Mandou bem!
    E ó, não seria estranho, para mim, que tudo que você escreveu no post seja verdade!!! O Uri está muito “saidinho”, pro meu gosto. Depois do PianoGames, o cara simplesmente voltou para a “fama”. Por que será? Eu lembro muito bem do dia em que adicionei ele no twitter. Eu pensei: “eu vou adicionar esse cara porque daqui a pouco ele vai estar envolvido nisso. Quem sabe eu consiga tirar alguma coisa dele”. Mas até hoje ele só manda fotos. Hahahaha. Outra pessoa que eu acho que “tá ligada no movimento”: APHRODITTE JONES, a que escreve MJ’S CONSPIRACY, sobre os casos de pedofilia. Pode anotar aí, qualquer hora ela estará em destaque também. Eu tenho pra mim que ela é amiga do MJ.
    Pri, obrigada por tudo!!! Eu entro aqui 20 vezes por dia, de verdade, e isso desde a criação do blog. Parabéns!!!
    Beijo,

    Amanda


  6. Esta historia esta cada vez mais enrolada proncipalmente no que diz respeito a familia do REI MICHAEL despedir o funcionario porque falou a verdade,quanto a Uri so o tempo nos dirá se tudo que ele falou é verdade.Adoro as noticias que trazem pois adoro saber noticias do REI MICHAEL. BEIJOS


  7. ola Pri em primeiro lugar parabéns por seu trabalho.
    essa familhia do michael eu ém sei la,eles não sabem fazer nada direito.
    e Uri que não sei se da para dar muito crédito as coisas que ele fala né é muito mistério,eu acho isso.
    bjs a todos


  8. desculpe se minha opinião não esta de acordo com o blog.


  9. ahhhhhh gostei da parte da colher
    Parabéns pela postagem
    temos q ficar de olho nele de qualquer forma


  10. Elvis Presley ferrou a mafia italiana para seu amigo e presidente Nixon,na epoca Elvis teria ligações fortissimas com o FBI,inclusive,tinha passaport e carteirinha do FBI.Elvis trocou sua vida de musica pela proteção do governo e trabalhou escodido estes anos todos “Especulam-se”.Uma coisa é fato,a historia esta se repetindo com MICHAEL.Agora, vai saber se é “Estorias ou Historia”.BEIJÃO PRI! ADORO VOCÊ MUIIIITOOOO…!


  11. Flor achei outra coisa interessante sobre o URI GELLER. Vou te passar uma parte do texto.
    A história secreta dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.

    Não era um segredo mundial o fato de que a União Soviética mantinha um serviço de espionagem psíquica nos tempos da guerra fria. Os russos possuíam psicobiofísicos (como preferiam chamar os parapsicólogos) de um grande gabarito: Naumov, Leonid Vasiliev e outros, apesar do “sistema” então vigente. De vez em quando, corriam notícias acerca de “top secrets” dos Estados Unidos divulgados a partir da União Soviética o que, evidentemente, criava surpresa e mal estar aos americanos.

    Um sistema de radar barato
    – Parece-me que seria um tipo de sistema de radar barato, infernal. E se os russos o possuem e nós não, estamos envolvidos em um sério problema.
    Repreentative Charlie Rose – D-NC, House Select Comittee on Intelligence (1979).

    Radar barato? Que radar seria este?
    Os americanos resolveram convocar dentro das suas Forças Armadas os oficiais que manifestassem talentos e pendores paranormais. Não teriam o dispêndio de fortunas extra, criação de novos cargos e, sendo militares, os convocados já estariam acostumados ao comando das hierarquias e a manterem o sigilo diante dos segredos que lhes fossem confiados. O livro de Sheila Ostrander e Lynn Shroeder – Descobertas Psíquicas atrás da Cortina de Ferro (Psychic Discoveries behind the Iron Curtain), publicado em 1970 acendeu o temor de que o atraso americano em relação ao emprego da “Energia Psi” como forma de espionagem, colocasse o país desarmado e sem reação diante daquele tipo inusitado de arma secreta. Ostrander e Shroeder noticiavam quarenta cidades do bloco soviético como possuidoras de “centros de adestramento” e pesquisas psíquicas muito bem administrados por um Prêmio Lenin – Leonid Vasiliev – também diretor de fisiologia da Universidade de Leningrado.

    O estímulo

    O “Caso Nautilus” foi um dos fortes estímulos que impulsionaram a “corrida psíquica” na União Soviética. A revista francesa “Science et Vie” publicou, em 1960, um artigo sensacional intitulado “O Segredo do Nautilus”. O artigo relatava o fato de que os Estados Unidos haviam empregado a telepatia para se comunicarem, de terra, com o submarino Nautilus, o primeiro submarino nuclear americano, submerso sob a capa de gelo do Ártico. D acordo com o relato, o presidente Eisenhower dedicara um carinho especial a este projeto que demonstrou índices de sucesso superiores a todos os que envolviam, até então, o uso da telepatia. No projeto figuravam a Marinha, a Força Aérea, a Westinghouse, General Electric, laboratórios Bell e a Rand Corporation. O item de relevo era o de que um submarino quando imerso em águas muito profundas não conseguia receber ou transmitir informações, devido ao forte bloqueio feito pelas águas do mar nas freqüências do rádio. Para se comunicar, o submarino teria que emergir e subir a sua antena se expondo ao ataque inimigo, a telepatia aparecia como solução ideal para estes problemas devido a ausência de quaisquer obstáculos à sua ação. Se a telepatia podia ser usada com tal sucesso, todos os outros meios de comunicação, tecnológicos ou não, estariam, desde já, obsoletos. O autor do artigo, Gerard Messadiè, citou como FONTE o cientista, jornalista, escritor e herói da resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, Jacques Bergier, co-autor do “best seller” – O Despertar dos Mágicos – Bergier desculpou-se e tirou o corpo fora da estória. Os americanos negaram o fato veementemente, mas a União Soviética acreditou piamente na existência do “affair”, julgando que todas as negativas americanas eram devidas ao “SEGREDO”, tão comum, em eventos como este. Estimulados, os russos mergulharam profundamente nos trabalhos referentes à espionagem psíquica. Eduard Naumov pode reportar que os russos haviam obtido um sucesso extremo em experiências semelhantes a do Nautilus e que já haviam desenvolvido um método de espionar telepaticamente as comunicações psíquicas de outros povos. O livro de Ostrander e Schroeder apareceu nesta época. Estes fatos dispararam os mecanismos de ATENÇÃO dos Estados Unidos. A CIA e o Pentágono, que jamais haviam dado a menor importância às pesquisas efetuadas no território americano (anos 50 e 60), resolveram observar e executar trabalhos e pesquisas mais concretas nesta área. Partiram para a seleção dos “talentos psíquicos”, procurando-os dentro das suas Forças Armadas.

    -“Nunca apreciei os debates mantidos com os céticos, porque se você não acredita que a “visão remota” (remote view) é real, você não fez o seu “Para Casa”. Não sabemos explicá-la, mas não estamos interessados nisto e sim em determinarmos onde há um uso prático para ela”. –
    Major General Edmund R. Thompson.
    Army Assitant Chief of Staff for Intelligence (1977/81).

    Quando foi finalmente selecionado um “dream team” de atletas PSI, este time estabeleceu-se em Fort Mead com a denominação inicial de – Gondola Wish – um projeto apresentado por Skip Atwater, já entrosado no assunto da espionagem psíquica e com um curriculum realizado no SRI (Stanford Research Institute) de “efeitos” paranormais: a habilidade de “sair fora do corpo” (out of body experience – obe) adquirido na sua adolescência. A tarefa de selecionar “dream team” de operadores psíquicos lhe foi imposta, tendo como companheiro de trabalho o Major Watt. O grupo, inicialmente, foi composto por: Mel Riley, Steve Hauson, Nancy Stern, Bud Duncan, Fernand Gauvin, Steve Holloway, Ken Bell, Joe MacMoneagle e outros (alguns desses nomes são pseudônimos).
    Joe MacMoneagle, posteriormente, foi eleito o mais-que-perfeito dentre todos eles e Mel Riley foi um outro destaque. Mais tarde, Pat Prince agigantou-se no cômputo geral de excelência do “dream team”, como os chamou Jim Schnabel, biógrafo dos acontecimentos.

    Remote viewing (visão remota)

    O que é “visão remota”?
    Esta designação foi cunhada por Joe MacMoneagle como um tipo de sinônimo para clarividência (clairvoyance). A visão remota ultrapassa as bases da clarividência e algumas das suas características. Tecnicamente, o clarividente possui a habilidade de perceber coisas à distância, mas, NO TEMPO DITO REAL. A visão remota ultrapassa a 4ª dimensão – O TEMPO. –
    MacMoneagle e alguns dos seus companheiros conheceram tempos remotos e tempos futuros, visitaram e argüíram pessoas, mentalmente, no momento já ultrapassado de suas experiências e delas conseguiram extrair segredos capitais. Em alguns casos, os “remote viewers” tiveram o poder de influenciar mentes e inspirar acontecimentos futuros nas vidas das pessoas que pesquisavam. Ken Bell, um dos sensitivos, calcou na mente de um membro da KGB, a idéia de que deveria voltar para a União Soviética, pelos seus filhos, Sergei e Svetlana, que se ressentiam da sua ausência e das promessas que o pai lhes fizera. Segundo Jim Schnabel, esta foi uma das mais bizarras das investigações psíquicas levadas a efeito. Quando Bell percebeu que a resistência mental do russo havia arriado, conseguiu retirar as respostas de que necessitava, com urgência, no seu trabalho de espionagem.

    The Monroe Institute

    Fundado pelo engenheiro Robert Monroe, ele próprio um paranormal cuja especialidade era a “saída fora do corpo” / OBE. Bob Monroe escreveu três livros sobre o tema sendo que o primeiro deles em co-autoria com o Dr. Charles Tart, quem o pesquisou.
    Monroe dedicou uma grande parte da sua vida à pesquisa dos Estados de Consciência Alterados, razão do seu instituto. O marco número 1 do seu programa de cursos e treinamentos – o Gateway Voyage – foi freqüentado por diversas turmas de oficiais graduados e de militares pertencentes às Forças Armadas Americanas. Joe MacMoneagle acabou por casar-se com a enteada de Bob Monroe, Nancy, quem dirigiu por anos a fio o The Monroe Institute. Hoje, o casal mantém o seu próprio centro de estudos. O vidente 518 (número código de Moneagle) foi apelidado de “Joe of Arc”, devido à semelhança dos eventos paranormais na sua vida, com os ocorridos na vida de Joana D’Arc – a donzela de Orleans.

    Uri Geller (The Trickster – o Prestidigitador)
    -“Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais” – Uri Geller.
    Até hoje Uri Geller, ao que parece, continua sendo um enigma para os cientistas: um paranormal genuíno? Um mágico? Ilusionista? Shaman? Prestidigitador?
    Uri Geller já havia encontrado em Moshe Dayan um ardente fã, quando o herói da Guerra dos Seis Dias o testou e obteve a prova dos seus talentos.
    – O que pode você fazer por Israel? – perguntou-lhe Dayan.
    Uri Geller não pertencia ao exército americano, mas fora testado no SRI (Stanford Research Institute) pelo físico Harold Puthoff e Russel Targ. O astronauta Edgard Mitchell que após visitar a lua tornou-se em um entusiasta das pesquisas parapsicológicas fundando o “Institute of Noetic Science”, também já fora conquistado pelos talentos do jovem israelense apresentado a ele por Andrija Puharich (na época, mentor de Geller), um cientista muito conhecido e afamado internacionalmente. Edgard Mitchell foi o introdutor de Geller no círculo da PSI americana. Testado, Uri continuou sendo um enigma: obtinha sucessos fenomenais e alguns fracassos desorientadores. As opiniões sobre as suas atuações eram divididas: uns o julgavam um talento genuíno e outros se mantinham céticos a respeito. Entretanto, alguns “efeitos” impressionantes aconteceram durante o período em que foi testado, dentro do local dos testes e… nas casas de alguns dos envolvidos na pesquisa. “Efeitos” estes iguais aos que ocorriam durante o tempo em que residia com Andrija Puharich e que foram relatados no livro “Uri”, escrito pelo cientista.
    Na temática deste livro, toma-se conhecimento de que, segundo Puharich, Uri Geller devia os seus talentos às monitorações de SPECTRA e HOOVA, artefatos espaciais alienígenas, que provocavam efeitos “especiais e espaciais” através de Uri Geller, os mesmos efeitos relatados por Jim Schnabel no seu livro sobre a espionagem psíquica secreta, nos Estados Unidos: vozes metálicas profetizando e advertindo fatos, energias coloridas invisíveis a olho nu e tornadas visíveis nos filmes dos pesquisadores, aparições terrificantes de discos voadores tipo hologramas… que apavoravam os familiares dos pesquisadores e outros etcéteras.

    Harold Puthoff e Russel Targ, já trabalhando do SRI, foram chamados a colaborar com o programa. Através de Puthoff, Ingo Swann, um artista novaiorquino que já se submetera às experiências PSI no “City College of New York” e no “The American Sciety for Psychal Research”, veio trabalhar com os pesquisadores e o “exército de espiões psíquicos”. Deve-se a Swann o sistema de COORDENADAS, que recebeu psiquicamente, para facilitar os trabalhos dos “remote viewers” e a “observação apurada de exatidão” das pesquisas, que ele denominou de AOL.

    AOL

    Esta técnica separa o “sinal-psi” do revestimento turbulento representado pela racionalidade analítica do próprio “sujet” (sujeito – o paranormal) e que surge nas seguintes ocasiões: bem no início da “sessão” o vidente declara – “é igual a …” ou “me parece ser…” ou “lembra-me…” ou quaisquer outras qualificações, especialmente “igual a…” Nestes casos, o AOL está se manifestando e estragando a informação subliminar recebida sempre nos primeiros instantes. O sensitivo irá se ater às suas racionalizações, deixando de lado as informações genuínas. Se o AOL ocorrer no final de uma “sessão” bem sucedida, então, tornar-se-á em um elemento valioso para os dados subliminares já recebidos. Exemplo: se a tarefa dada foi – a pirâmide do Egito – e após falar a intuição do sensitivo ele oferecer descrições como “é como uma tenda” ou “lembra-me o rio Nilo” o AOL é válido e irá complementar os dados intuitivos, desenvolvendo a análise racional do próprio sensitivo sobre a tarefa imposta para que nela trabalhasse através de coordenadas, isto é, sem saber de início, qual seria o alvo desejado pelo seu testador.

    Fatos bizarros
    Don Curtis, físico do grupo de Livermore, descansava em sua casa com a esposa. Curtis estava envolvido com os testes de Uri Geller. De repente, um braço holográfico, com a mão substituída por um gancho, pairou diante dos dois, balançou-se no ar e desapareceu. Em outra residência, a família de um dos cientistas já presenciara um holograma de um disco voador. Curtis relatou o fato a Kennett, pertencente à CIA, e os dois chamaram, imediatamente, Harold Puthoff e Russel Targ. Puthoff já patenteara a sua descoberta de um laser infravermelho e trabalhava no SRI, para o governo, na área dos lasers. Ele e Russel Targ estavam trabalhando com Uri Geller e foram interrogados se haviam usado lasers para comporem aquelas fantasmagorias. Os dois negaram veementemente a fraude. Então, foram chamados para colaborarem na investigação de uma possível fraude. Targ, Puthoff e Kennet encontraram-se em Washington, Kennet acabava de relatar-lhes a “aparição” do braço na casa de Curtis, quando uma mão pesada bateu na porta do quarto do hotel onde ele se hospedava. Apavorados, Targ escondeu-se atrás das cortinas e Puthoff voou para o banheiro, Kennet não teve opção: foi abrir a porta. Na soleira, um personagem vestido à moda da Idade Média. A inusitada e nebulosa figura caminhou vagarosa e pesadamente até chegar aos pés das camas do aposento, deu meia volta e falou com voz estranha e pomposa – Eu … devo… estar… no… quarto… errado! E saiu de cena caminhando devagar e dando a chance de ser reconhecida a sua identidade: faltava-lhe um braço, umas das mangas do seu traje pendia vazia. De outra feita, no laboratório onde Geller estava sendo testado, apareceu uma voz metálica durante a gravação feita pelos pesquisadores, PROIBINDO que eles testassem Uri Geller.
    Um outro pesquisador, testando uma das médiuns do programa, de repente, viu no teto da sala o rosto do seu próprio pai falecido há algum tempo.
    O próprio Kennet, da CIA, passou por maus pedaços, quando “pescou” de um dos livros de Robert Monroe, a técnica para “sair fora do corpo”. Kennett não soube fazer bem o seu para casa. Conseguiu o seu intento mas deparou com um grupo de monstrengos e um horrível duende (goblin) na outra dimensão do seu quarto. Apavorado, encontrou dificuldades extremas em refugiar-se dentro da fortaleza representada pelo seu próprio corpo físico estirado na cama. Bob Monroe sempre forneceu um ALERTA ignorado pelo temerário representante da CIA. Monstros e outras deformidades encontradas “lá fora”, podem significar as NOSSAS PRÓPRIAS DEFORMIDADES INTERNAS: de caráter ou de personalidade. É a nossa parte sombria, que precisa ser trabalhada.
    Com o passar do tempo o programa dos “remote viewers” foi encerrado devido a várias controvérsias nos altos comandos da iniciativa, somente o senador Byrd e Dick D’Amato, fizeram uma pálida reação contra a decisão dos que estavam na Colina do Capitólio, os suportes do programa, para que não encerrassem as pesquisas em Fort Mead: o quartel general dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.

    Fonte:
    – “Remote Viewers” – The Secret History of America’s Psychic Spies-
    Autor: Jim Schnabel – Dell Book

    Jim Schnabel, autor da pesquisa e do livro, é um escritor científico que contribui com os seus artigos para o The Washington Post, Science, Discover, New Scientist, The (London) Indenpendent, The Observer, The Guardian e The Economist. Autor dos livros: Round inCircles (sobre os “Crop Corcles” ingleses) e Dark White, sobre os pesquisadores de UFOS (OVNIS) na América. É possuidor de graus em engenharia elétrica e em sociologia da ciência, reside em Londres.
    As pesquisas psíquicas americanas, tema do livro Remote Viewers , foram dirigidas ou financiadas pela CIA, FBI, SRI, Pentágono, dentre os principais Serviços de Inteligência dos Estados Unidos e do Governo Americano.
    Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/materias.asp?cod=59
    __________________________________________________
    Espero que goste, olha o endereço do site que te passei, eu antes pesquisei assim no google pesquisa:Coloquei no Google pesquisa o seguinte negócio URI GELLER TRABALHOU PARA O FBI ELE QUE CONTA e apareceu esse site aí que te passei com o tema do texto assim:
    A história secreta dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.
    Era isso, é que vi que ele trabalhou para O FBI no teu blog e fui pesquisar tmb, aí achei essa coisa.


  12. Mas tem a parte assim:
    Uri Geller (The Trickster – o Prestidigitador)
    -“Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais” – Uri Geller.
    Até hoje Uri Geller, ao que parece, continua sendo um enigma para os cientistas: um paranormal genuíno? Um mágico? Ilusionista? Shaman? Prestidigitador?
    Uri Geller já havia encontrado em Moshe Dayan um ardente fã, quando o herói da Guerra dos Seis Dias o testou e obteve a prova dos seus talentos.
    – O que pode você fazer por Israel? – perguntou-lhe Dayan.
    Uri Geller não pertencia ao exército americano, mas fora testado no SRI (Stanford Research Institute) pelo físico Harold Puthoff e Russel Targ. O astronauta Edgard Mitchell que após visitar a lua tornou-se em um entusiasta das pesquisas parapsicológicas fundando o “Institute of Noetic Science”, também já fora conquistado pelos talentos do jovem israelense apresentado a ele por Andrija Puharich (na época, mentor de Geller), um cientista muito conhecido e afamado internacionalmente. Edgard Mitchell foi o introdutor de Geller no círculo da PSI americana. Testado, Uri continuou sendo um enigma: obtinha sucessos fenomenais e alguns fracassos desorientadores. As opiniões sobre as suas atuações eram divididas: uns o julgavam um talento genuíno e outros se mantinham céticos a respeito. Entretanto, alguns “efeitos” impressionantes aconteceram durante o período em que foi testado, dentro do local dos testes e… nas casas de alguns dos envolvidos na pesquisa. “Efeitos” estes iguais aos que ocorriam durante o tempo em que residia com Andrija Puharich e que foram relatados no livro “Uri”, escrito pelo cientista.
    Na temática deste livro, toma-se conhecimento de que, segundo Puharich, Uri Geller devia os seus talentos às monitorações de SPECTRA e HOOVA, artefatos espaciais alienígenas, que provocavam efeitos “especiais e espaciais” através de Uri Geller, os mesmos efeitos relatados por Jim Schnabel no seu livro sobre a espionagem psíquica secreta, nos Estados Unidos: vozes metálicas profetizando e advertindo fatos, energias coloridas invisíveis a olho nu e tornadas visíveis nos filmes dos pesquisadores, aparições terrificantes de discos voadores tipo hologramas… que apavoravam os familiares dos pesquisadores e outros etcéteras.

    Harold Puthoff e Russel Targ, já trabalhando do SRI, foram chamados a colaborar com o programa. Através de Puthoff, Ingo Swann, um artista novaiorquino que já se submetera às experiências PSI no “City College of New York” e no “The American Sciety for Psychal Research”, veio trabalhar com os pesquisadores e o “exército de espiões psíquicos”. Deve-se a Swann o sistema de COORDENADAS, que recebeu psiquicamente, para facilitar os trabalhos dos “remote viewers” e a “observação apurada de exatidão” das pesquisas, que ele denominou de AOL.

    Isso aí me chamou a atenção, quer dizer que ele não é só um entortador de talheres e tal. Bjs Marila


  13. Baixei a música The girl is mine 2008, e a voz do Michael parece diferente da original, um pouco mais agudo o.O

    Genteee! Cd de Inéditas do Michael tá previsto pra novembro de 2010!!!


  14. O fato de Uri Geller ter trabalhado pro FBI não quer dizer que se o FBI tem ligações com o caso “morte fake de Michael Jackson”, o Uri Geller sabe de algo.

    Não tenho conhecimento sobre como é o trabalho do FBI,mas já vi em filmes que tratam do assunto que só mesmo os policiais treinados é que sabem algo a respeito daquilo que estão investigando.

    No caso de Uri Geller, que foi um geólogo, talvez ele fizesse um trabalho mais de sua competência técnica, porém as coisas relacionadas a MJ, acredito que eram mantidas em segredo e comentadas/discutidas apenas entre os investigadores.


  15. Olá,

    http://www.tecontei.com.br/noticias/noticia/75140/olhos-de-michael-jackson-podem-inocentar-o-medico-conrad-murray.html

    Fiquei curiosa com essa notícia, afinal aparentemente tds acreditam fielmente que Murray realmente está alegando a verdade, sendo que não há qq indício para tal , já q sinceramente não sei como ele ainda não foi indiciado por fraude processual por ter alterado a cena do crime, sumindo com frascos de medicamentos, é simplesmente absurdo!!E é ainda mais absurdo todos considerarem realmente que Murray é uma testemunha com a idoneidade tão sólida que o que afirma é incapaz de ser refutado e pode até ser confirmado por especialistas. Não estou falando que ele é mentiroso, que os especialistas estão errados, ou qq outra coisa , estou apenas colocando que a alegação é no mínimo controversa já que não haveria ngm e nada para comprova-la além do próprio Murray, e não sei em que os especialistas se baseiam.

    Quero ressaltar que não sou um especialista nem nada, só uma curiosa!!!

    Td mundo que já fez um cursinho de suporte básico de vida , ou seja já tirou carteira de motorista, sabe que a observação da pupila é crucial, pq através da não resposta a estimulos e a ocorrência do “olho de boneca” (pupila totalmente dilatada) , vc é capaz , mesmo sendo leigo de constatar que a pessoa encontra-se em estado cataléptico , ou seja, parece que morreu, já que a morte só vai ser comprovada por um legista através de exames. Ou seja , quero dizer que , além de não ter mais nada que comprove os olhos abertos além dele ( murray) , é mttt relativo já que ele passou um tempo nem que seja 10 s sozinho com o paciente , tempo mais que necessário para abrir um olho de outrem. É importante fl que em geral as pessoas em estado de morte aparente tem como característica devido a ausência de funções cerebrais a flacidez muscular difusa que seria um profundo relaxamento , por isso as pupilas se dilatam bilateralmente , o torax pode afundar e a boca ficar entreaberta pela queda da mandíbula e etc, ou seja, os olhos poderiam se abrir (?) .

    Agora vem outra parte responsável pela minha ignorância , eu não sei se uma pessoa que morre devido a grande ingestão de tranquilizantes, calmantes , anestesicos e etc , ela sofreria espasmos cadavéricos, que ocorrem como se o corpo da pessoa permanecesse na posição em que estava antes de morrer, por exemplo um soldado que estava rastejando e foi atingido por um tiro na cabeça tende a permancer devido a uma violenta contração muscular naquela posição. só que esse evento é extremamente raro e polêmico , de acordo com o livro.

    Na minha opnião pessoal, acho q nessa situação a pessoa morre devido a queda gradativa do seu ritmo cardio-respiratório, uma queda acentuada e veloz sim , mas gradativa, eu acho ….. Ou seja, acho que a associação de espasmos cadavéircos e morte por anestesicos , não é mttt clara pra mim.

    Outra coisa, então, se ocorreu esses espasmos cadavéricos é provavel que a seringa permanecesse no braço dele, e a RCP seria dificultada (acho) ppela rigidez toraxica, mas nada que um homem grande como Conrad não conseguisse driblar, desde que tivesse posto mj no chão como tds já estamos cansados de saber. E acho que essa caracterítica com ctzz seria mencionada no telefonema de emergência, afinal é raro né, incomum, pelo menos acho q ele sendo cardiologista estranharia, mesmo que não soubesse que se chama espasmos cadavéricos ou qq outro nome q tenha em inglês, até pq acho q isso é um conhecimento mais focado a medicina legal, com ctz absoluta ele estranharia , ou o guarda-costas diria não conseguimos fazer a massagem direito e tal.

    Espero ter ajudado , desculpa a extensão

    O livro: Medicina Legal Autor Hélio Gomes Atualizado por Dr. Hygino Hercules 33 Edição Editora Freitas Bastos

    Espasmos Cadavéricos págs 114/115
    Flacidez Muscular Difusa pág 76


  16. Pri, concordo com você acredito que o Uri sabe mais do que diz, vamos esperar por que vem bomba por ai.
    Acho que o papel dele agora é começar a desentortar as coisas. Parabéns pelo blog, obrigada pelo espaço. Abços.


  17. Eu tambem sou uma das pessoas que achava que ele só sabia entortar colher!!rsrsrsrsr…bom..acredito que ele deve saber de alguma coisa ou está querendo aparecer!!!
    E essa familia do michael!! eles dão bandeira o tempo inteiro,isso não faz nenhum sentido,demitir o homem que ajudou nas investigações!!! aff… e sobre o julgamento,se é que aquilo pode ser chamado de julgamento foi a coisa mais ridícula que já vi!!!
    Enfim…nessa historia inteira esta tudo errado!! são historias sem concordância!! coisas que não batem!!

    MICHAEL IS ALIVE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


  18. Oláh, como vai! eu fiquei em duvida naquee negócio! Anticristo não entendi da para explicar melho r isso e o que iluminatti?? obrigada pela atenção… este site esta me ajudando a vencer barreiras. ;>


  19. eu acredito q mike esteja vivo,agora uri geller ter trabalhado pra CIA e pro FBI ai ja e demais.


  20. OLA QUERO DIZER QUE MORO EM CAMPOS DO JORDAO E QUE DESDE CRIANÇA QUERIA SER UMA ESPIÃ.E QUERO MUITO QUE VCS ME DESSEM ESSA OPORTUNIDADE NEM QUE SEJEM PRA VCS ME TREINAREM EU LE PEÇO.VCS NAO VÃO SE ARREMPENDER PELO AMOR DE DEUS QUE ALGUEM VEJA!!!!!!!!!! POR FAVOR!!!!!!!!!!!!!!!!!.OBRIGADO TCHAU!!!!!!!!!!


  21. Olá. Primeiro não são “informações jurídicas”, mas verídicas. Logo a seguir, é necessário uma vivência bem profunda para expressar qualquer comentário sobre a vida dela. Vou lhe dar o “top mind” e o resto é com você: – Uri Geller é real, e esteve em “pesquisa” numa importante universidade americana, que atestou com base na Ciência que os “fenômenos” produzidos por ele, são verdadeiros. A realidade é infinitamente superior a ficção. Você nem imagina. Grato, direto de Marte, Dan Wyser.



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